Internet & Privacidade

Posted 11 dez 2014 — by daniele

Foi-se o tempo em que vivíamos desconectados e, de certa forma, reclusos em nossos cantos. Com o avanço da tecnologia, principalmente nos últimos 20 anos, nossas vidas foram invadidas por perfis e cadastros online que conseguem refletir e repassar nossos dados e imagens para um número imensurável de pessoas. A verdade é que estamos quase que completamente interconectados e interdependentes por conta da internet e de seus incríveis artifícios.

A primeira coisa que vem a mente tende a ser um pouco aterrorizante: mas e a nossa privacidade? Perdemos controle de nossas próprias vidas?

De fato, o conceito de privacidade hoje em dia é um pouco diferente daquele que nos foi passado e ensinado décadas atrás, afinal, com a democratização da internet e da facilidade da transmissão de dados e informações pessoais e profissionais, a linha que divide a esfera pública da esfera privada tornou-se bem mais tênue.

De qualquer forma, isso não significa que nossas vidas, desde o advento da internet, tenham se transformado em livros abertos e escancarados! Muito pelo contrário, conseguimos, com discrição e cuidado, gerir nossas contas online para não darmos vexame ou passarmos uma imagem despretensiosa para colegas de trabalho, familiares e empregadores.

A chave para criar uma boa imagem nas redes sociais é sempre a discrição. Aqui segue uma lista de dicas para driblar os problemas que podem surgir por conta do uso pouco moderado dos perfis online:

1. Evite postar fotos de foro íntimo como por exemplo, viagens em casal, eventos familiares fechados e etc.

2. Evite postar fotos com roupas muito decotadas ou roupas de banho.

3. Evite postar fotos que explicitem o local de sua residência ou que mostrem seu endereço particular.

4. Evite fazer check-in’s em todos os locais que você frequenta diariamente.

5. Evite fazer comentários muito polêmicos, preconceituosos ou discriminatórios, o interessante é tentar ser o mais imparcial possível.

6. Evite fazer comentários sobre seu ambiente de trabalho, bem como sobre suas relações profissionais.

7. Evite expor detalhes íntimos de sua vida pessoal.

8. Tenha cautela com a ortografia e a gramática; erros de português podem ser cruciais.

9. Evite expor opiniões políticas e/ou religiosas em seu perfil.

10. Evite expor detalhes sobre a vida íntima de amigos e/ou familiares.

Ambiente de trabalho x desempenho profissional

Posted 20 out 2014 — by daniele

Decoration

Manter o ambiente de trabalho confortável é um dos fatores que mais influenciam o comportamento dos funcionários e suas relações interpessoais. Conservar o espaço limpo e organizado, evitar acumular papel, aderir à coleta seletiva de lixo e não se alimentar nas estações de trabalho são medidas que determinam a melhoria da qualidade de vida do trabalhador. Objetos de decoração e climatização adequada também estão relacionados ao desempenho profissional.
Com o objetivo de tornar o local de trabalho cada vez mais produtivo, o governo do estado do Rio de Janeiro, através da Superintendência de Saúde, Segurança e Ambiente do Trabalho, tem organizado palestras, campanhas, estudos e programas sobre o assunto. Criado em 2007, o órgão pioneiro da Secretaria de Trabalho e Renda desenvolve ações nas pastas estaduais e em diversos setores da sociedade fluminense. A meta é gerar políticas públicas de redução de danos e preservação do ambiente de trabalho.- Desenvolvemos campanhas de educação sobre saúde e segurança para melhorar as condições ambientais de trabalho e as relações das empresas com seus funcionários. Seguimos os preceitos fundamentais da legislação brasileira e realizamos o mapeamento de riscos para os trabalhadores – explica a superintendente, Maria Christina Rodrigues Menezes.As empresas também lucram com a manutenção de um ambiente saudável e agradável. Uma equipe que recebe condições básicas para realizar suas necessidades contribui para o crescimento do empreendimento, através da redução do número de acidentes e doenças.

- O espaço de trabalho deve sofrer inspeções regulares. É preciso verificar se há algo nocivo que possa prejudicar o servidor. Manter a iluminação agradável e o limite de temperatura do ar-condicionado contribuem para redução de doenças. As empresas devem ainda realizar regularmente manutenção nas instalações elétricas. Os móveis dos escritórios devem ficar em locais apropriados, evitando que objetos prejudiquem a passagem. A boa relação interpessoal entre os funcionários, estabelecendo confiança, respeito, compreensão e acolhimento, é outro fator importante a ser desenvolvido no ambiente – declara a médica do trabalho.

Atividades internas como ginástica laboral, café da ambiência, confraternizações mensais com servidores aniversariantes e sessões de shyatsu têm ajudado a motivar os funcionários da Secretaria de Trabalho e Renda. Reconhecimento e desenvolvimento profissional são fatores que atraem os trabalhadores e fazem com que se tornem mais dedicados às suas tarefas.

Para o servidor do Estado do Rio, a Superintendência de Saúde, Segurança e Ambiente do Trabalho está preparando uma série de projetos com instituições de ensino e pesquisa e órgãos estaduais. Em parceria com a Secretaria de Planejamento e Gestão, o setor pretende implantar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e o projeto de Reabilitação Profissional. A superintendência lançará também o DATATRAB, primeiro banco de dados de saúde do trabalhador do Estado do Rio.

- O trabalho precisa ser realizado com prazer. Muitas vezes, passamos mais tempo em nossa empresa e com colegas de trabalho do que com nossas famílias. Temos que estabelecer situações agradáveis no trabalho. Quando estamos insatisfeitos com o que fazemos, começamos a gerar atritos que dificultam nossas ações – afirma Maria Christina Rodrigues Menezes.

Por  Marcelle Colbert

Comunicação Empresarial

Posted 14 out 2014 — by daniele

DR16H

A partir de que tamanho uma empresa necessita de um planejamento estratégico em comunicação?

Não existe tamanho específico, já que a comunicação está presente – e é vital – em empresas de todo porte.

O que é comunicação dirigida?

É uma comunicação voltada para um público definido e tem como objetivo estabelecer uma relação sólida com esse nicho do mercado, visando garantir o direito de serem informados com todas as ações empresariais de interesse.
O que é comunicação interna?
São as interações, os processos de trocas, os relacionamentos dentro de uma empresa.

Por que investir em comunicação interna?

Como forma de combater rumores, estimular o envolvimento dos colaboradores nos projetos da empresa e instaurar um clima de confiança e valorização do ambiente de trabalho.

Quais as vantagens de se investir em comunicação interna?

  • Saber quais são as expectativas dos colaboradores em relação à empresa;
  • Analisar se a política interna é coerente com a política geral da empresa e a sua cultura;
  • Abrir e manter canais de comunicação com os diversos públicos da empresa;
  • Administrar o relacionamento com o seu público interno, visando um bom relacionamento com o público externo;
  • Promover e valorizar a imagem empresarial;
  • Manter elevado o nível de satisfação dos colaboradores, atingindo resultados melhores de produção;
  • Alinhar os processos de comunicação.

Quais os tipos de comunicação dirigida mais utilizados?

  •  Mural tradicional e mural eletrônico;
  • Carta informativa/ newsletter;
  • Mala direta;
  • Cartaz e cartilha;
  • Correspondências: carta comercial, circular, ofício, memorando, correio eletrônico;
  • Publicações: house organ (jornal interno), revista, livro empresarial, manual;
  • Site ou blog.

Quais são os tipos de público considerados numa comunicação dirigida?

Os públicos são divididos em três categorias: internos, externos e mistos, estando sempre ligados, de forma direta ou indireta, com o serviço prestado pela sua empresa.

Qual é a importância do planejamento estratégico na área de comunicação?

Ele é responsável por munir a empresa com informações que irão nortear o direcionamento estratégico do trabalho de comunicação, analisando desde o seu desempenho atual até as metas que deverão ser atingidas, com base na análise interna e externa dos seus negócios. As etapas envolvidas, como em qualquer tipo de planejamento, são: análise do ambiente externo e interno, definição de objetivos e estratégias, implementação da estratégia, monitoramento e controle.

Texto retirado do site MultiVias Comunicação: <http://multiviascom.com.br/perguntas-frequentes/comunicacao-empresarial>

Erros e acertos de um candidato

Posted 08 out 2014 — by daniele

Você já se perguntou o que estava se passando pela cabeça do seu avaliador durante um processo seletivo?

Nós também. Por isso, perguntamos a 10 recrutadores de diversas áreas, como engenhariaTImarketingvendas e finanças, quais são os erros mais terríveis e os acertos mais brilhantes de um candidato a uma vaga.

O resultado você vê nas fotos a seguir.

Alexandre-Kalman

Alexandre Kalman, sócio da Hound Consultoria

Área: Finanças

A maior virtude de um candidato: Demonstrar visão estratégica e mostrar os resultados palpáveis de suas experiências anteriores.

O maior pecado de um candidato: ”Vender” qualidades que sabe não ter, como uma suposta fluência em inglês, por exemplo.

Daniela Ribeiro, gerente da Robert Half

Área: Marketing e vendas

A maior virtude de um candidato: Ter uma comunicação clara, sincera, direta com o recrutador, sabendo transmitir o que é relevante sobre sua carreira.

O maior pecado de um candidato: Demonstrar falta de segurança, concisão ou clareza na hora de se apresentar.

Lucas Wilson, vice presidente regional da Asap Recruiters

Área: Engenharia

A maior virtude de um candidato: Saber explicar para o recrutador, com exemplos práticos, como seu trabalho contribuiu para os resultados dos ex-empregadores.

O maior pecado de um candidato: Falar de forma muito técnica e ser superficial ao falar de seu perfil comportamental durante a entrevista.

Fabio-Salomon

Fábio Salomon, sócio da Salomon e Azzi

Área: Jurídica

A maior virtude de um candidato: Demonstrar maturidade, profissionalismo e transparência sobre suas intenções com a vaga.

O maior pecado de um candidato: Não dar retorno para o recrutador e faltar em etapas do processo seletivo.

Rodrigo-Soares

Rodrigo Soares, diretor comercial na Hays

Área: Marketing e vendas

A maior virtude de um candidato: Fazer perguntas durante o processo seletivo e ter um discurso estruturado.

O maior pecado de um candidato: Não ter informações básicas sobre a empresa, demonstrando falta de preparação para a entrevista.

Guilherme-Petreche

Guilherme Petreche, gerente executivo da Michael Page

Área: TI (Tecnologia da Informação)

A maior virtude de um candidato: Ir preparado para a entrevista, cuidando inclusive da apresentação pessoal.

O maior pecado de um candidato: Ser pouco transparente quanto às suas intenções com a vaga.
Jacqueline-Resch

Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos

Áreas: Finanças, Logística, TI e RH.

A maior virtude de um candidato: Falar com a mesma naturalidade sobre seus pontos fortes e fracos, demonstrando que aceita bem seus fracassos.

O maior pecado de um candidato: Usar o processo seletivo para barganhar salários com seus atuais empregadores.
Rodrigo-Maranini

Rodrigo Maranini, head de engenharia da Talenses

Área: Engenharia

A maior virtude de um candidato: Saber ouvir, se colocar no lugar do outro e entender as expectativas do cliente a respeito da vaga.

O maior pecado de um candidato: Ter uma comunicação fria e arrogante.

Maria-Beatriz-Henning

Maria Beatriz Henning, sócia da Exceed

Área: Finanças

A maior virtude de um candidato: Ser sincero sobre suas motivações e valores no trabalho.

O maior pecado de um candidato: Usar o processo seletivo para negociar salário maior no emprego atual.

Teresa-Gama

Teresa Gama, diretora da Projeto RH

Área: Setor bancário

A maior virtude de um candidato: Ser transparente em suas posições e expressar pontos de vista com clareza.

O maior pecado de um candidato: Mentir e demonstrar falta de educação.

Texto retirado na íntegra do site EXAME: < http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/o-que-10-recrutadores-mais-amam-e-detestam-em-um-candidato#1>

Pesquisa comprova a importância da amizade no trabalho

Posted 03 out 2014 — by daniele

A qualidade das relações que você tem no seu ambiente de trabalho não pode ser subestimada.

Essa é a conclusão de um recente relatório publicado pela Globoforce, em parceria com a MarketTools, que ouviu mais de 700 profissionais que trabalham em período integral nos Estados Unidos.

Com base em dados coletados em agosto de 2014, a pesquisa mostrou alguns números que chamam a atenção sobre a importância da amizade entre colegas de trabalho.

As estatísticas que você verá a seguir mostram que os relacionamentos afetam a qualidade de vida e até a lealdade aos nossos empregadores. Confira:

  • 95% dos entrevistados já fizeram pelo menos uma amizade no trabalho;
  • 73% dos entrevistados já riram até quase chorar com os colegas de trabalho;
  • 61% dos entrevistados contam com o apoio de colegas de trabalho para superar uma fase difícil;
  • 88% dos entrevistados confiam em seus colegas de trabalho;
  • 74% dos entrevistados têm memórias e histórias em comum com colegas de trabalho;
  • 93% dos entrevistados consideram a opinião de seus colegas de trabalho importante;
  • 89% dos entrevistados dizem que os relacionamentos no trabalho afetam sua qualidade de vida;
  • 1% dos entrevistados que têm mais de 25 amigos no trabalho gostam da empresa onde estão
  • 24% dos entrevistados que não têm nenhum amigo no trabalho gostam da empresa onde estão;
  • 50% dos entrevistados que têm mais de 25 amigos no trabalho sentem orgulho de seu empregador;
  • 14% dos entrevistados que não têm nenhum amigo no trabalho sentem orgulho de seu empregador;
  • 21% dos entrevistados que têm mais de 25 amigos no trabalho aceitariam outra proposta de emprego;
  • 42% dos entrevistados que não têm nenhum amigo no trabalho aceitariam outra proposta de emprego.

Leia no site EXAME <http://goo.gl/2VCQzd>

Posted 17 set 2014 — by daniele

textoBlog

Virei chefe. E agora? 4 dicas para não se dar mal

Posted 08 set 2014 — by daniele

É realmente desafiador quando acontece em um momento em que você não espera: diante do seu desenvolvimento e capacidade, você, da noite para o dia, é pego de surpresa dizendo: “Virei chefe. E agora?“. Para complicar um pouco mais, você é jovem e não possui tanta experiência de trabalho (menos de 10 anos) e nem tem experiência na área que assumiu. O que fazer?

Agora é a hora de utilizar a calma, sua capacidade de se auto motivar, de auto desenvolver sua capacidade e focar nas suas atividades futuras.

Veja algumas dicas abaixo dadas por Carlos Ghosn, CEO da Nissan-Renault:

Estabeleça a verdade: “Sua primeira atividade é estabelecer os vínculos de confiança com a sua equipe“. Conheça todos e diga que está ali para ter sucesso conjunto. Ouça as pessoas. Coloque-se no lugar delas para ter ideia de seus problemas, rotina e dificuldades no dia a dia. Isso aproximará você de seus colaboradores e ajudará a passar a ideia de que todos são um time único. O sucesso do chefe é o sucesso da equipe.

Quebre as barreiras: “Identifique as pessoas com capacidade para fazer o trabalho, independentemente da sua origem ou educação. Normalmente as melhores ideias vem das áreas operacionais…“. Trabalhando dessa forma você conseguirá mapear até onde seu time é capaz de chegar e até que nível você poderá cobrá-los a fim de tenham um rendimento excelente. Um bom líder sabe que um certo nível de pressão faz com que os colaboradores rendam o máximo possível, porém, deve-se ter cuidado: a linha entre a cobrança na medida certa e a pressão exagerada é muito tênue.

Mantenha a humildade e a confiança: Item muito difícil para alguns perfis de profissional. Uma vez no cargo, o poder (mesmo que pequeno) lhes sobe à cabeça e pronto: temos um chefe insuportável. Não mate a sua equipeSeja humilde, e seja humilde sinceramente. Uma vez mantida a humildade, mantenha também a confiança. Se os seus chefes confiam em você (afinal, eles o puseram em um cargo de chefia), porque você não confiaria em si mesmo? “Mostre aos empregados seu desejo em aprender coisas novas. Isso trará todos para perto de você.” diz Carlos, que finaliza: “você ficará surpreso com o número de pessoas que realmente querem te ajudar com um simples pedido.”.

Seja exigente consigo mesmo: Ponto para quem é tipo 6 no teste do eneagrama (leia mais em “Gestor bom é gestor treinado. Motive sua equipe do jeito certo.“). Carlos também diz que “Seus comandados terão mais desejo em segui-lo se você mostrar desejo em trabalhar duro, mergulhar nos problemas e estar aberto a novas ideias”. A motivação de todos é a sua motivação. Demande mais de si mesmo do que de seus colaboradores.

Ouça e comunique: “Líderes jovens geralmente acham que deveriam falar mais, quando, na realidade, eles deveriam ouvir mais.“. A comunicação é uma via de mão dupla. Se você for além de jovem, novo na função, prefira ouvir muito mais do que falar. Aprender é a lição do momento.

Entregue: A sua habilidade em ir além das expectativas é muito importante. “Mesmo que você seja perfeito nos elementos acima, se você falhar na entrega, todos os demais pontos serão anulados.” informa Carlos. Discipline a si mesmo para manter o foco na performance e evitar distrações para que as entregas sob a sua responsabilidade sejam feitas no prazo, com qualidade, dentro do escopo e com risco controlado.

Não há nenhum problema, portanto, em assumir um cargo de gestão se você é jovem ou tem pouca experiência na prática. Os desafios são grandes, uma vez que, certamente, você terá saído da sua zona de conforto. Porém, a sua capacidade de adaptação e a sua competência o colocaram neste cargo e, positivamente, o manterão nele.

Segure as rédeas da sua carreira e siga em frente.

Leia em: http://goo.gl/pnbprV

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